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Diabetes em idosos: tudo sobre o tratamento dessa doença

Diabetes em idosos: tudo sobre o tratamento dessa doença

Nos últimos dez anos, os casos de diabetes cresceram 60% no Brasil. Dos portadores da doença, cerca de 14 milhões estão na terceira idade.

Quando bem controlada, ela não prejudica a qualidade de vida do paciente. Porém, se não houver o controle adequado, o diabético pode ter riscos de problemas na visão, nos pés e também nos rins, nervos e coração.

Por isso, o tratamento é muito necessário para controlar a hiperglicemia e sintomas associados, além de prevenir diversas complicações.

Tratamentos da diabetes em idosos

Não existe cura para este problema glicêmico, por isso tratar, e controlar a doença são fundamentais para manter uma boa qualidade de vida e retardar a progressão da doença e comorbidades como a degeneração macular.

É necessário seguir hábitos saudáveis, manter uma dieta equilibrada e praticar exercícios físicos. Além disso, a pessoa diabética deve fazer acompanhamento médico periódico, para tratar possíveis agravamentos ainda no início.

Também é importante evitar fatores de risco como o cigarro, o sedentarismo e a bebida alcoólica.

Tipo 1

Este tipo requer a utilização da insulina por via injetável diariamente para suprimento do organismo deste hormônio, que deixou de ser produzido pelo pâncreas.

A suspensão da medicação pode gerar cetoacidose diabética, distúrbio metabólico que pode trazer risco à vida.

 Tipo 2

Já o tipo 2 não é dependente da aplicação da insulina e pode receber controle pelos medicamentos administrados via oral. A doença não controlada pode acarretar coma hiperosmolar, complicação grave que pode ser mortal.

A dieta alimentar com equilíbrio é essencial para controlar este tipo. Diabéticos com o  tipo 2 devem limitar os açúcares presentes nos doces e carboidratos simples, como massas e pães.

O exercício físico também é bastante importante, pois ajuda a manter os níveis de açúcar no sangue controlados e também contribui para o emagrecimento. A musculação, por exemplo, é um exercício altamente recomendado para idosos.

Controle individualizado

Estudos recentes mostram que o tratamento individualizado da diabetes em idosos tem sido importante para o controle da doença, pois tem foco nas peculiaridades e no histórico de cada paciente.

O primeiro ponto a ser considerado para a individualização é a grande heterogeneidade que existe entre pessoas mais velhas. Há idosos de 80 anos que praticam esportes e, ao mesmo tempo, há outros da mesma idade que são acamados e dependentes de auxílio para atividades básicas.

O segundo ponto diz respeito à mudança na composição corporal de cada paciente e nas diversas funções dos órgãos, que têm impacto direto no efeito das medicações. As medicações para controle do problema podem gerar hipoglicemia e esses episódios podem ser extremamente perigosos, gerando quedas, fraturas e prejudicando a memória do paciente idoso.

Por isso, o tratamento de diabetes em idosos deve focar principalmente nas especificidades que eles apresentam, para então controlar a doença e retardar as possíveis complicações geradas por ela.

Quer saber mais? Estou à disposição para solucionar qualquer dúvida que você possa ter e ficarei muito feliz em responder aos seus comentários sobre este assunto. Leia outros artigos e conheça mais do meu trabalho como oftalmologista em Curitiba!

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Sinais e sintomas da retinopatia diabética

Sinais e sintomas da retinopatia diabética

A retinopatia diabética é uma doença que afeta os pequenos vasos da retina, região do olho responsável pela formação das imagens enviadas ao cérebro. O aparecimento está relacionado principalmente ao tempo que um indivíduo sofre de diabetes e ao descontrole da glicemia.

Na fase inicial, não tem sintomas claros ao paciente. É caracterizada pela formação dos microaneurismas e nessa forma ainda não prejudicam a visão.

Entretanto, à medida em que a doença progride e as hemorragias inundam a cavidade vítrea (região gelatinosa e transparente que preenche a maioria do interior do globo ocular e que ajuda a manter a forma do olho) com sangue, a dificuldade para enxergar começa a prejudicar a rotina do paciente.

A visão turva é um dos sintomas de retinopatia diabética mais frequentes e ocorre, habitualmente,  quando a mácula (área especializada no centro da retina responsável pela visão nítida) possui edema e quando os neo-vasos se rompem e sangram para o vítreo. A hemorragia pode reaparecer e causar visão muito embaçada.

Sintomas comuns

Normalmente, a doença atinge ambos os olhos ao mesmo tempo.  À medida que a condição progride, os sintomas podem incluir:

  • Dor nos olhos;
  • Vermelhidão constante nos olhos;
  • Pressão nos olhos;
  • Manchas ou faixas escuras flutuando na visão (moscas volantes);
  • Visão embaçada, dupla e distorcida;
  • Visão flutuante;
  • Dificuldade para enxergar;
  • Dificuldade para identificar cores diferentes;
  • Áreas escuras ou vazias na visão;
  • Perda da visão central ou periférica;

Também é comum vasos sanguíneos novos e anormais e vazamento de fluidos de vasos sanguíneos.

No entanto, nem sempre estes sintomas são fáceis de identificar antes do surgimento da cegueira e, por isso, é muito importante que pessoas que sofrem de diabetes mantenham os  níveis de açúcar bem controlados e façam consultas regulares ao oftalmologista para avaliar a saúde ocular.

Diagnóstico da retinopatia diabética

Como os sintomas citados ocorrem quando a retinopatia já está em um nível avançado, o ideal é manter os exames oftalmológicos em dia para poder encontrar sinais da complicação visual antes de ela começar a destruir os vasos sanguíneos. Desta forma, haverá tempo hábil para evitar danos graves à visão realizando o tratamento adequado.

Além de manter um bom controle dos níveis glicêmicos, é necessário fazer o exame do fundo de olho pelo menos uma vez por ano. Neste exame são avaliadas as estruturas do fundo de olho, dando atenção ao nervo óptico, aos vasos da retina, e a retina.

Caso apresentem alguma alteração, são necessárias consultas mais frequentes. Quanto mais cedo forem tratadas as alterações, maiores serão as chances de preservar a visão.

Na gravidez, os cuidados com a visão devem ser redobrados. Para proteger a vista, mulheres grávidas com diabetes precisam fazer uma consulta com o especialista a cada três meses, no mínimo, e acompanhar se há surgimento ou alteração da retinopatia diabética.

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Sintomas da degeneração macular relacionada à idade (DMRI)

Sintomas da degeneração macular relacionada à idade (DMRI)

A degeneração macular relacionada à idade (DMRI) é uma doença degenerativa da retina que provoca a perda progressiva da visão central. Afeta a mácula, região central da retina usada para leitura, identificação de detalhes e de cores.

Anualmente, são registrados cerca de 3 milhões de casos no Brasil. Na fase inicial, ela não apresenta sintomas para o paciente. Depois de certo estágio aparecem os primeiros sinais, como a visão turva.

Sintomas da degeneração macular

Pessoas com o problema notam um embaçamento da visão central.

O paciente vê, por exemplo, o rosto de uma pessoa que esteja próxima sem conseguir distinguir os detalhes dos olhos ou da boca. Além disso, as linhas retas podem aparecer distorcidas ou deformadas.

Outros sintomas são a distorção no centro de uma paisagem, esmaecimento das cores, a percepção de uma área escura ou vazia na parte central da visão e a alteração do tamanho dos objetos em relação ao olho sadio.

Na maioria dos casos, se um olho apresenta o processo degenerativo, o outro irá desenvolver a doença. A extensão da perda da visão central varia, dependendo se DMRI é seca ou úmida.

Também é comum ressecamento dos olhos ou vasos sanguíneos novos e anormais.

Diagnóstico da degeneração macular relacionada à idade

Na fase inicial, não apresenta sintomas para o paciente, por isso é importante o acompanhamento de um oftalmologista. O diagnóstico precoce é fator determinante para o sucesso do tratamento.

O médico pode detectar a degeneração no estágio inicial durante uma consulta de rotina. Geralmente, em exames de fundo de olho é possível identificar a presença de drusas (espécie de “cristais” no fundo do olho), que são um forte indicativo da presença da doença.

Se, ao examinar a parte interna do olho, houver indícios da complicação, o especialista poderá realizar os seguintes exames adicionais:

  • Campimetria Computadorizada: exame que possibilita mapear o campo visual do paciente. O mapa obtido permite a identificação de diversas alterações visuais causadas pela doença;
  • Angiofluoresceinografia: exame em que por meio de um corante injetável administrado ao paciente torna-se possível identificar anormalidades na retina e realizar fotografias que ajudarão a prescrever o tratamento;
  • Tomografia de Coerência Óptica (OCT): produz imagens com alto grau de detalhes da retina.
  • Angio-OCT (OCTA): novíssimo exame de angiografia por infravermelho, sem necessidade de uso de contraste.

 

Teste de Amsler

Junto com exames regulares feitos por um oftalmologista, os pacientes com DMRI podem acompanhar e avaliar a própria visão utilizando um dispositivo de teste simples conhecido como Tela de Amsler.

Ele consiste em um gráfico com linhas paralelas e perpendiculares, que se parece com uma folha de papel milimetrado. Concentrando a visão em um ponto marcado no meio da grade, é fácil de detectar visão turva ou distorcida.

Porém, a Tela de Amsler não é um substituto para o diagnóstico médico, pois ela não permite que se verifiquem outros possíveis sintomas da degeneração macular relacionada à idade.

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O que é retinopatia diabética?

O que é retinopatia diabética?

A retinopatia diabética é uma das complicações mais comuns da diabetes. É também uma das principais causas de cegueira em adultos, devido às alterações estruturais que ocorrem nos vasos sanguíneos da retina.

Mais de 150 mil casos da doença são diagnosticados por ano no Brasil. Tem se tornado comum em diabéticos de todas as faixas etárias.

Estima-se que todos os portadores de diabetes tipo 1 e 60% daqueles com o tipo 2 a desenvolvam após 20 anos de doença.

Mas o que é retinopatia diabética?

É uma complicação visual que afeta os pequenos vasos da retina, região do olho responsável pela formação das imagens enviadas ao cérebro.

O aparecimento está relacionado principalmente ao descontrole da glicemia na diabetes, tanto do tipo 1 como do tipo 2. Quando não está controlada, a hiperglicemia desencadeia várias alterações no organismo que, entre outros danos, levam à disfunção dos vasos da retina.

Com a evolução da doença, estes vasos tornam-se incontinentes e libertam sangue ou fluido sanguíneo para o espaço retiniano ou para o vítreo (fluido gelatinoso e transparente que preenche a maioria do interior do globo ocular) causando problemas na visão.

Tipos de retinopatia

Ela pode ser dividida em dois tipos:

  • Não proliferativa: é o tipo menos grave do problema. Apresenta apenas pequenas lesões nos vasos sanguíneos do olho. No início, os efeitos na visão podem ser mínimos, podendo até não apresentar nenhum sintoma
  • Proliferativa: é o tipo mais grave e apresenta grande risco de perda de visão. Provoca o surgimento vasos mais frágeis no olho, que podem romper, piorando a visão ou causando cegueira.

Qual a causa?

A condição pode se desenvolver em qualquer indivíduo que tenha diabetes tipo 1 ou tipo 2. Quanto mais tempo o indivíduo sofra de diabetes e menos controlado o açúcar no sangue, mais provável o desenvolvimento desta complicação ocular.

Com o tempo, muito açúcar no sangue pode levar ao bloqueio dos minúsculos vasos sanguíneos que nutrem a retina, cortando o suprimento de sangue. Como um resultado, o olho tenta desenvolver novos vasos sanguíneos. Porém, estes não se desenvolvem adequadamente e podem escoar facilmente.

Perda de visão

Geralmente, o problema afeta ambos os olhos e, caso não seja diagnosticado e tratado precocemente, pode levar à cegueira irreversível.

A perda de visão pode ocorrer de duas formas. Na primeira, os vasos sanguíneos anormais recém-formados, como são frágeis, rompem-se e libertam sangue na cavidade vítrea, obscurecendo ou até mesmo tirando a visão. Isto, normalmente, acontece nos estágios mais avançados da doença.

Já na segunda forma, o fluido sanguíneo pode sair em forma de gotas para a região macular (parte da retina que corresponde à visão central), provocando edema e, consequentemente, levando à perda de visão. Pode ocorrer em qualquer estágio da retinopatia diabética, embora também seja mais provável em fases avançadas.

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O que é degeneração macular relacionada à idade

O que é degeneração macular relacionada à idade

A degeneração macular relacionada à idade (DMRI) é uma das principais causas de perda da visão em pessoas com mais de 55 anos de idade.  Estima-se que 3 milhões de pessoas no Brasil tenham esta complicação.

É uma doença degenerativa da retina que provoca a perda progressiva da visão central. Ela afeta a mácula, região central da retina, usada na leitura, na identificação de detalhes e cores.

Apresenta como principais sintomas visão turva, área escura ou vazia no centro da visão, e distorção na vista.

Causa da DMRI

A principal causa desta alteração na visão é a idade avançada, que provoca a perda de vitalidade das células da retina.

O início da complicação e a gravidade sofrem grande influência da exposição ao sol, tabagismo, hábitos nutricionais e associação com doenças metabólicas e circulatórias como a diabetes e a hipertensão arterial.

A explicação para esse processo degenerativo é devido a depósitos de restos celulares no fundo do olho, que formam as drusas (espécie de cristais no fundo do olho). Essas iniciam a degeneração, porque destroem os fotorreceptores presentes na retina.

Os fotorreceptores, por sua vez, são responsáveis por transmitir a imagem captada em forma de luz, via sinais elétricos para o cérebro, desta maneira a falta desses receptores prejudica a visão, levando à cegueira.

Tipos de degeneração macular relacionada à idade

Existem dois tipos da doença:

  1. Atrófica ou seca: incidem em 90% dos casos, porém é menos grave. Evolui lentamente e provoca perda da visão. Afeta a parte central da visão. Tratamento com medicamentos antioxidantes.
  2. Exsudativa ou úmida: responsável pelos outros 10% dos casos. É mais severa, costuma ter ação abrupta e pode provocar a perda da visão rapidamente. Neste tipo, vasos sanguíneos com vazamento crescem sob a retina. Esta forma da doença tem tratamento com medicamentos antiangiogênicos.

Como evitar

Embora não tenha cura, este problema degenerativo pode ter o avanço contido ao se adotar medidas simples, como uma alimentação saudável.

O Age-Related Eye Disease Study (AREDS), conduzido pelo National Eye Institute, dos Estados Unidos, revelou que um suplemento dietético que contém uma combinação de vitaminas e minerais pode ajudar a reduzir o risco de DMRI.

No estudo, descobriu-se que os níveis elevados de antioxidantes e de zinco pode reduzir o risco de desenvolver o problema em cerca de 25%.

Uma dieta rica em vitaminas antioxidantes (C e E), betacarotenos (ligados à vitamina A), zinco e ácidos graxos (ômega-3) ajuda na prevenção.

 Além da dieta, algumas das ações abaixo podem contribuir para prevenir a degeneração macular relacionada à idade:

  • Adotar uma dieta com ingestão de alimentos pouco gordurosos, com verduras de folhas verdes, frutas cruas, frutas secas e peixe;
  • Controlar peso, pressão arterial e níveis de colesterol;
  • Usar óculos escuros para proteger os olhos da radiação solar;
  • Verificar histórico familiar de alguma alteração ocular e consultar-se periodicamente com um oftalmologista especialista em retina;
  • Evitar o tabagismo.

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6 problemas de visão comuns em idosos

6 problemas de visão comuns em idosos

Entre as principais doenças relacionadas à idade estão os problemas da visão. O olho é um órgão que envelhece e sofre alterações, por isso é muito importante a realização de exames periódicos.

Diversas delas podem afetar a visão dos idosos e a grande maioria não tem uma causa aparente. Muitas vezes estão associadas a fatores como tabagismo, diabetes, hipertensão arterial e excesso de exposição ao sol.

As principais doenças que atingem a saúde dos olhos na terceira idade estão listadas abaixo.

1 – Degeneração Macular Relacionada à Idade (DMRI)
É a principal causa de cegueira em idosos. Consiste na degeneração da mácula, na retina, responsável pela visão central.

A DMRI surge com sintomas de embaçamento visual ou distorção de formas, evoluindo com perda gradual e , quando não tratada, irreversível da capacidade visual. É mais comum em obesos, fumantes e brancos.

2 – Presbiopia

Também conhecida como vista cansada, atinge pessoas acima dos 40 anos de idade. É relacionada à perda da qualidade visual para enxergar o que está perto, especialmente em ambientes com pouca luz.

Os sintomas podem incluir também dores de cabeça. O tratamento é simples: utilização de óculos ou lentes de contato. Existe possibilidade de correção cirúrgica!

3 – Catarata
É a principal causa de cegueira reversível no mundo. Ocorre principalmente após os 50 anos, em que há perda progressiva da transparência da lente natural do olho, o cristalino.

Ocorre de natural, pelo envelhecimento do organismo, porém pode ser acelerada por diversas doenças sistêmicas como, por exemplo, diabetes.

O principal sintoma da catarata é o embaçamento visual, que evolui de maneira gradual até a completa perda visual.

4 – Glaucoma
Há perda progressiva da visão periférica causada pelo aumento da pressão ocular. Caracteriza-se por um conjunto de fatores que leva à cegueira pela destruição do nervo óptico.

Normalmente é associada ao aumento da pressão intraocular e pode ocorrer em apenas um ou ambos os olhos. É uma das principais causas de cegueira irreversível.

O tratamento, que busca estabilizar a pressão ocular e, assim, evitar a cegueira, é feito com a utilização de colírios.

5 – Retinopatia Diabética
Alterações progressivas e tardias ocorridas na retina. Geralmente, o acometimento ocular se dá nos vasos da retina, ocasionando deformidades, extravasamento de líquido e até mesmo hemorragias.

A retinopatia inicia-se do tipo não proliferativa e se instala lentamente, sem sintomas de início. Posteriormente, embaçamento e diminuição da clareza visual podem ser frequentes, podendo evoluir para o tipo proliferativa.

6- Olho Seco
Os sintomas relacionados ao olho seco são mais frequentes em mulheres após a menopausa devido às mudanças hormonais a que são submetidas nesse período.

Nos casos de olho seco por privação de lágrima podem ser utilizados lubrificantes em gotas, pomadas ou gel. Nos casos em que alterações da superfície ocular comprometem a lubrificação dos olhos pode-se empregar cirurgias corretivas, enxertos, suturas provisórias ou definitivas, entre outras.

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Degeneração Macular (DMRI) – Prevenção

Degeneração Macular (DMRI) – Prevenção

Agora que você já sabe o que é Degeneração Macular Relacionada à Idade (DMRI) (se você ainda não leu clique em http://www.centrodavisao.com.br/degeneracao-macular-dmri/ ) vamos conversar sobre como se prevenir.

A DMRI acontece , geralmente depois dos 50 anos, por vários fatores: hábitos de vida, exposição à radiação ultravioleta do sol desde o nascimento e fatores genéticos.

Mudança nos hábitos: parar de fumar (o tabagismo piora muito a DMRI), praticar exercícios físicos (melhora a circulação na retina), manter o peso controlado.

Uso de óculos de sol com filtro ultravioleta (UVA e UVB) é muito importante! Sabemos que a radiação do sol acumulada durante a vida é um dos fatores que proporcionam o aparecimento mais precoce da Degeneração Macular.

Atenção: uso de óculos escuros de procedência duvidosa, sem filtro UV, piora o problema, pois as pupilas dilatam e mais radiação entra no olho!

Essencial também é a alimentação! Devemos ingerir diariamente alimentos que contenham vitaminas e anti-oxidantes (auxiliam no funcionamento das células da retina). Dentre estes destacam-se os verdes escuros: brócolis, agrião, couve, espinafre, entre outros. Dar preferência a vegetais pouco cozidos para que a absorção dos nutrientes seja completa.

Exame periódico do fundo do olho, preferencialmente com oftalmologista retinólogo (especialista em retina) é muito importante, principalmente após os 40 anos. Pacientes que tem história familiar de DMRI são mais propensos a desenvolver a mesma doença. Em caso de aparecimento de drusas (pequenas manchas amareladas) na retina os estudos mostram que o uso de suplementos anti-oxidantes pode ser benéfico. Pacientes que não tem drusas não se beneficiam deste uso.

Lembre-se: se você tem alguém na família com Degeneração Macular (DMRI) a prevenção é o melhor remédio. Consulte um oftalmologista especialista em retina. Acompanhe o fundo de olho com exames complementares como retinografia, angiografia, mapeamento de retina e OCT.

Você sabia que nossa clínica Centro da Visão – Vitra possui os mais avançados equipamentos para estes exames? O OCT mais rápido (100.000 scans por segundo) e mais preciso; angiografia por infravermelho (sem contraste!) ; retinografia robotizada (não precisa dilatar as pupilas) são alguns destes equipamentos.

Veja mais em http://www.centrodavisao.com.br

Veja também http://www.clinicavitra.com.br

 

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O que voce precisa saber sobre Degeneração Macular (DMRI)

O que voce precisa saber sobre Degeneração Macular (DMRI)

Já ouviu falar em Degeneração Macular?

A Degeneração Macular Relacionada a Idade, ou DMRI, é o processo de “envelhecimento” da parte mais importante da retina.

Quando olhamos para um rosto, quando lemos ou assistimos Tv é esta área responsável pela visão central, pela nitidez e pelas cores que enxergamos.

Em algumas pessoas, geralmente após os 60 anos, a mácula começa a sofrer um processo degenerativo, piorando a visão central.

Retina Normal

 

 

Degeneração Macular (DMRI) com hemorragia

A DMRI pode ocorrer de duas formas principais:

Forma seca: atrofia lenta e progressiva da retina .
Forma úmida : sangramento ou vazamento de líquido subitamente embaixo da retina. É mais agressiva e necessita tratamento precoce.

O diagnóstico é feito através dos exames de angiografia e Tomografia de Coerência Óptica (OCT).

A boa notícia é que surgiram novas medicações, os antiangiogênicos (anti-VEGF), que tem a capacidade de diminuir os efeitos da DMRI e em muitos casos promover melhora parcial da acuidade visual.

Depois do surgimento destes medicamentos muitas pessoas que perderiam a sua visão útil foram salvas.

O tratamento consiste na aplicação da medicação diretamente dentro do olho, através de uma agulha extremamente fina. Realizado por médico especialista em retina e anestesia com colírios, é indolor. Não é necessário internamento ou tampão.

O sucesso do tratamento depende de vários fatores. O mais importante deles é o diagnóstico precoce. Por este motivo procurar um oftalmologista especialista ao aparecimento dos primeiros sinais é essencial.

No próximo artigo vamos conversar sobre quem são as pessoas mais sujeitas a ter DMRI, quais os sinais e como se prevenir.
Conhece alguém que pode precisar destas informações? Curta e compartilhe.

Quer  saber  mais?  Estou  à  disposição  para  solucionar  qualquer  dúvida  que  você  possa  ter,  e  ficarei  muito  feliz  em  responder  aos  seus  comentários sobre  este  assunto.  Leia  outros  artigos  e  conheça  mais  do  meu  trabalho  como  oftalmologista em Curitiba!

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